jeudi 24 mai 2007

TRÊMULA ALMA

Trêmula ternura de uma alma
branda que na gélida noite
se faz noiva do meu coração.

Trêmula alma que habita
nos braços do meu peito.
Trago amor e sede de amar.

Lívidas amadas e sonhadoras
canções de amor que surgem...
Tantos arpejos e tantas melodias...

Mas ah! Lembrança do meu amor...
Sou feliz por que amo a vida...
E esta mulher lançada em versos...

Trêmula alma de tanta saudade.
Luzes acesas na escuridão do dia
e serradas no clarão da noite...

Se vivo, vivo só para amar-te...
Se morro, morro para viver-te...
Se respiro, vivo para não morrer.

Trêmula alma de tanta alegria...
Abandono meu mundo
para dedicar-me ao teu.

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